1. Escolha o estilo do seu brechó
Roupa feminina, infantil, vintage, de marca, plus size? Um estilo claro deixa mais fácil escolher peças e falar com quem compra. Comece pequeno e defina um público.
2. Descubra de onde vão vir as peças
Esta costuma ser a maior dúvida de quem começa. Os caminhos mais comuns:
- Compra direta de peças (garimpo, lotes, desapegos).
- Consignação: você vende peças de outras pessoas (fornecedoras) e repassa uma parte do valor quando vende.
- O seu próprio guarda-roupa, para testar.
Se optar pela consignação, combine tudo por escrito desde o início: prazo, porcentagem e o que acontece com a peça que não vende.
3. Prepare cada peça
Lave ou higienize, confira defeitos (manchas, botões, zíperes) e anote medidas. Descrever o defeito com honestidade evita devolução e cliente chateada.
4. Fotografe bem
Luz natural, fundo limpo e pelo menos foto de frente, costas e detalhe. Foto boa vende mais que descrição longa.
5. Defina o preço
Considere quanto pagou pela peça (ou quanto vai repassar à fornecedora), o estado, a marca e o que vai gastar com embalagem e envio. Preço só de "achismo" costuma esconder prejuízo. Para ir mais fundo, veja Como precificar roupas de brechó.
6. Escolha onde vender
Perfil em rede social, loja virtual ou os dois. Comece por onde você já consegue divulgar e atender com calma.
7. Organize o estoque desde o primeiro dia
Dê um código para cada peça e registre: origem, preço, data de entrada e status (à venda, vendida, reservada). Quando a coleção cresce, é aqui que muita loja se perde. Se você está começando por uma planilha, leia quando ela deixa de dar conta.
8. Pense na parte formal
Quando o brechó virar um negócio de verdade, vale entender a formalização e a nota fiscal. Explicamos isso no post Brechó precisa de CNPJ?.
Próximo passo
Se quiser continuar, comece pelo preço das peças, que é onde muita gente tropeça no início. E quando o estoque começar a crescer, conheça o TicTag, um sistema pensado para brechó.